

Reduzir o valor da conta de luz é difícil para quem depende totalmente da concessionária de energia.
Essas empresas cobram inúmeros encargos e ainda há o peso dos impostos que vão para o governo.
Sendo assim, falta pouca margem de manobra para manter o conforto em casa e as contas sob controle.
Veja como não apenas ser mais independente da concessionária, mas também reduzir o efeito da carga tributária sem diminuir o consumo energético em residências.
A conta de luz possui uma série de custos que deixam seu valor bem mais alto. Quando a única fonte de energia elétrica é a da empresa concessionária, não há outra maneira de pagar menos, a não ser reduzindo ao máximo o consumo energético em casa. Veja como essas despesas pesam no bolso e qual é a melhor alternativa para diminuir o impacto deles.
Cada vez que você acende a lâmpada, uma porcentagem do valor da conta é destinada para cobrir custos de geração, transmissão e distribuição dessa energia. São os encargos setoriais. O cálculo é comum e faz parte do jogo, afinal, certamente sua casa não fica iluminada em um passe de mágica.
Além disso, há impostos como PIS e Cofins, que somados representam até 8% da conta; e ICMS, imposto estadual que varia entre 12% e 18%, dependendo do estado e da faixa de consumo do cliente. Na prática, quase metade do valor total da conta de luz não está relacionada diretamente com seu consumo de energia.
Já no caso de um sistema residencial de energia solar, essa alternativa pode gerar até 100% da demanda energética de uma lar. Claro que a conta de luz não será zerada porque os encargos setoriais são permanentes, mas você pagará apenas a taxa mínima por ter um poste de luz ligado à sua residência.
Portanto, somando esses custos reduzidos e a porcentagem de impostos com base de cálculo em um mínimo de consumo, é possível que você passe a pagar tendo energia solar apenas 20% do que desembolsa usando totalmente a energia enviada pela concessionária. Quer saber mais? Entre em contato comigo pelo Whatsapp (11) 999-806-612.